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Saiba Mais sobre o Bypass

28/08/2019 Categoria: Saiba Mais
Saiba Mais sobre o Bypass

A quem se destina?

   Para que um paciente possa ser submetido ao tratamento cirúrgico da obesidade consideramos alguns indicadores e um dos principais é o resultado do Índice de Massa Corpórea (IMC).

   Quando o IMC estiver entre 35 e 39,9 o paciente deverá apresentar alguma outra doença (comorbidade) associada a obesidade (ex.: diabetes tipo II, colesterol alterado, hipertensão arterial, etc). Quando o resultado do IMC for maior ou igual 40 o paciente apresenta obesidade mórbida e neste caso já possui indicação para tratamento cirúrgico independente de ter ou não outras doenças associadas a obesidade.

   Antes de decidir sobre qual tratamento você irá optar consulte um médico da sua confiança para ajudar a esclarecer todas as suas dúvidas.

Indicações

   O Conselho Federal de Medicina criou uma resolução (CFM Nº1.766/2005 ou 1.942/2010) que normatiza a indicação e os tipos de cirurgias bariátricas que podem ser utilizadas no Brasil: 

  •  Pacientes com IMC (índice de massa corporal) acima de 40 kg/metro quadrado;
  •  Pacientes com IMC > 35 kg/m2 e afetados por doenças (agravadas pela obesidade e que melhoram quando a mesma é tratada de forma eficaz) que ameacem a vida, tais como diabetes tipo 2, apneia do sono, hipertensão arterial, gordura no sangue e outras;
  •  Maiores de 18 anos, idosos e jovens entre 16 e 18 anos podem ser operados, mas exigem precauções especiais, e o risco/benefício deve ser bem analisado: obesidade estabelecida, conforme os critérios citados, com tratamento prévio insatisfatório de, pelo menos, dois anos;
  •  Paciente não deve usar drogas ilícitas ou alcoolismo;
  • Ausência de quadros psicóticos ou demenciais graves ou moderados;
  • Compreensão, por parte do paciente e familiares, dos riscos e mudanças de hábitos inerentes a uma cirurgia de grande porte sobre o tubo digestivo e da necessidade de acompanhamento pós-operatório com a equipe multidisciplinar.

Fonte: RESOLUÇÃO CFM Nº 1.942/2010 (Publicada no D.O.U. de 12 de fevereiro de 2010, Seção I, p. 72)

Contra Indicações

   Pacientes com depressão não tratada ou psicose, transtorno alimentar, uso de drogas ou abuso atual de álcool, doença cardíaca grave, risco anestésico proibitivo, algum distúrbio de coagulação sanguínea grave (coagulopatia) ou incapacidade de cumprir com exigências nutricionais, são contraindicações à cirurgia bariátrica.

   Algumas doenças associadas como a diabetes e hipertensão precisam primeiro ser controladas. Mulheres que pretendem ter filhos devem esperar por pelo menos dois anos após a cirurgia para engravidar. Uma gestação próxima ao procedimento cirúrgico bariátrico é contraindicada.

   A presença de hipertensão portal com circulação colateral esofagogástrica deve ser avaliada de forma considerável pois pode ser uma contraindicação uma vez que pode haver um risco de sangramento volumoso durante a operação muito alto.

Pré-Operatório

   As avaliações com a equipe são realizadas dias antes da cirurgia, onde serão repassadas todas as informações necessárias e esclarecimentos das dúvidas do paciente.

   A preparação pré-operatória do paciente é fundamental para diminuir os riscos e complicações no ato cirúrgico e no pós-operatório precoce e tardio.

   Para que o procedimento obtenha sucesso é importante a plena atuação da equipe multidisciplinar, informando e orientando o paciente no pré-operatório. Muitos desses candidatos a cirurgia bariátrica buscam soluções milagrosas para a obesidade mórbida. Nessa fase a informação e o cuidado são primordiais.

   É na avaliação correta das comorbidades relevantes no pré-operatório que se pode obter o melhor resultado cirúrgico.

Pós-operatório

   Após a realização da cirurgia de BYPASS, o paciente ficará internado de 02 à 03 dias. Após a internação o paciente será orientado pelo médico que o operou e pela equipe multidisciplinar a seguir à risca o cronograma estabelecido. Esse cronograma contém as informações relevantes do repouso, dos medicamentos que deverá usar e também sobre a importância da realização de retornos ao médico e a equipe multidisciplinar.

   É importante sempre deixar claro ao paciente que o acompanhamento do médico que o operou deve ser periódico afim de garantir o sucesso dos resultados a serem obtidos.

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